17/02/2012

Sites interessantes que você deveria conhecer



CIÊNCIAONLINE - Atualidade do mundo da ciência, curiosidades, astronomia, metereologia, meio ambiente, notícias, fotos e imagens, história da ciência, ...

ABRADIC - Página da Associação Brasileira de Divulgação Científica. Com informativos mensais, notas científicas e agenda de feiras e eventos, a ABRADIC promove a divulgação e a cultura científica entre os seus leitores e internautas.
Estação Ciência da USP - Oferece ao público a oportunidade de conhecer e analisar os fenômenos científicos. Serve como pólo de difusão de pesquisas geradas na USP. As exposições abrangem várias áreas do conhecimento e têm caráter interativo.
Museu de Ciência e Tecnologia (PUC-RS) - O Museu criado em 1967 encontra-se em fase de instalação de novos espaços numa concepção inteiramente interativa, envolvendo Ciência e Tecnologia. Dentre seus objetivos, destacam-se a divulgação do conhecimento científico e tecnológico com ênfase na promoção da melhoria do ensino de Ciências e Matemática para 1º e 2º graus, através do envolvimento de alunos e professores.
Espaço Museu da Vida (Fiocruz-RJ)- Exposições interativas, jogos, computadores, multimídia, tudo vai estar à disposição para mostrar que a Ciência que se faz nos laboratórios está mais perto de nós e do nosso dia-a-dia do que imaginamos. Venha matar suas curiosidades e se lançar num universo de novas idéias e experiências.
Casa da Ciência (UFRJ) - Divulgação de ciência para o grande público, de forma lúdica, criativa e interativa. Exposições, seminários, debates, workshops, cursos, teatros, shows de ciência e mostras de filmes. Centro de referência para educação à distância com auditório para vídeo conferência. Implementação de uma infoteca de softwares educativos e uma videoteca.
MAST - Museu de Astronomia e Ciências Afins. Exposições, atrações da programação mensal e fenômenos astronômicos
CDCC (São Carlos) – "Site" muito interessante do Centro de Divulgação Científica e Cultural - CDCC - que tem como Diretor o Prof. Dr. Dietrich Schiel. O CDCC possui vários setores como Astronomia, Biologia, Audiovisual, Oficinas, Química, Experimentoteca, Biblioteca, Computação e Física.
Exploratorium (San Francisco)- É um museu divertido onde o visitante faz suas descobertas sozinho. Mais de 650 experimentos permitem ao público explorar o mundo a sua volta e aprender como seus sentidos funcionam. No museu não há um caminho obrigatório para visitação: você decide por onde andar e o que investigar. Um lugar onde você faz descobertas divertindo-se.
QUESTACON (AUSTRALIA) - O Centro Australiano de Ciência e Tecnologia em Camberra, recebe cerca de 300 mil visitas por ano. O "site" do Questacon na Internet é super-interessante, cheio de efeitos especiais, um dos mais visitados da Australia.
PAPALOTE (MEXICO) -  Museo del Niño é um museu reconhecido no México e no estrangeiro. Tem-se transformado numa grande alternativa para os estudantes que moram em todo o país.  Tem recebido mais de um milhão de visitantes a cada ano. Tem como objetivo contribuir para o aprendizado e crescimento intelectual dos estudantes e visitantes.
 MALOKA (COLÔMBIA) – Um dos maiores centros interativos de ciencias das Américas, visa contribuir para a apropriação social da ciência, aproximando os conceitos de ciência e tecnologia do cotidiano das pessoas.
UNIVERSUM (MEXICO) – Museu interativo de ciências da Universidade Autônoma do México. Oferece ao público temas e conceitos da ciência em geral e daquela que se desenvolve na Universidade.
El Museo Participativo de Ciencias  (Buenos Aires) é uma instituição dedicada à divulgação das ciências em forma lúdica e participativa. O Museu dispõe de uma importante quantidade de exibições interativas, que incentivam a curiosidade do visitante, oferecendo a libertade de tocar em tudo e aprender. É uma proposta ativa para o público de todas as idades. O Museo abriu suas portas em 1988 e, desde então, foi visitado por mais de 800.000 pesoas.
Ludoteca: A Experimentoteca-Ludoteca (coordenada pelo Prof. Norberto, do Instituto de Física da USP) é um núcleo de trabalho e pesquisa sobre materiais experimentais e brinquedos para o ensino de física nos níveis fundamental e médio. Tem vários programas voltados para o ensino de física disponíveis para "download".
Sugestões para Feira de Ciências - Algumas sugestões para suas apresentações em Feiras de Ciência. Damos preferência a experiências que podem ser realizadas sem necessidade de equipamento caro ou complicado.
FISICA.net - O canal da Física na Internet - Bela página, com exercícios, testes interativos, história da Física, simulações em Java.

14/02/2012

Cardoso Fontes


Então, galera, já estamos em nossa segunda semana de aula. O tempo passa rápido demais e daqui a pouco é dezembro!!!!

O material de estudo para o 3º Ano está na página ao lado.
Bom estudo!

Galera do Liceu


Gostaria de dar boas vindas à galerinha do Liceu e desejar um ano letivo de muito sucesso.
Ontem, dia 13/02, tivemos o início das aulas e conheci as turmas 1003 e 1008. Um montão de gente boa, tudo com cara de querer fazer do estudo uma porta para um futuro muito bonito.
É isso aí, moçada. Ao infinito e além!!!!!

07/02/2012

Acabativos


Iniciativa é a capacidade que todos nós temos de criar, iniciar projetos e conceber novas idéias. 
Acabativa, é um neologismo que significa a capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que iniciaram ou concluir o que outros começaram. É a capacidade de colocar em prática uma idéia e levá-la até o fim.
Os seres humanos podem ser divididos em três grupos, dependendo do grau de iniciativa e acabativa de cada um: os empreendedores, os iniciativos e os acabativos - sem contar os burocratas.
* Empreendedores são aqueles que têm iniciativa e acabativa. Um seleto grupo que não se contenta em ficar na idéia e vai a campo implantá-la.
* Iniciativos são criativos, têm mil idéias, mas abominam a rotina necessária para colocá-las em prática. São filósofos, cientistas, professores, intelectuais e a maioria dos economistas. São famosas as histórias de economistas que nunca assinaram uma promissória.Acabativa é o ponto fraco desse grupo.
* Acabativos são aqueles que gostam de implantar projetos. Sua atenção vai mais para o detalhe do que para a teoria. Não se preocupam com o imenso tédio da repetição do dia-a-dia e não desanimam com as inúmeras frustrações da implantação. Nesse grupo está a maioria dos executivos, empresários, administradores e engenheiros.
Essa singela classificação explica muitas das contradições do mundo moderno.
Empresários descobrem rapidamente que ficar implantando suas próprias idéias é coisa de empreendedor egoísta. Limita o crescimento. Existem mais pessoas com excelentes idéias do que pessoas capazes de implantá-las. É por isso que empresários ficam ricos e intelectuais, professores - entre os quais me incluo -  morrem pobres.
Se Bill Gates tivesse se restringido a implantar  suas próprias idéias teria parado no Visual Basic. Ele fez fortuna porque foi hábil em implantar as idéias dos outros - dizem as más línguas que até copiou algumas.
Essa classificação explica porque intelectual normalmente odeia empresário, e vice-versa. Há uma enorme injustiça na medida em que os lucros fluem para quem implantou uma idéia, e não para quem a teve. Uma idéia somente no papel é letra morta, inútil para a sociedade como um todo.
Um dos problemas do Brasil é justamente a eterna predominância, em cargos de ministérios, de professores brilhantes e com iniciativa, mas com pouca ou nenhuma acabativa. Para o Brasil começar a dar certo, precisamos procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar nossas idéias. Tendemos a encarar o acabativo, o administrador, o executivo, o empresário como sendo parte do problema, quando na realidade eles são parte da solução.
Iniciativo almeja ser famoso, acabativo quer ser útil.
Mas a verdade é que a maioria dos intelectuais e iniciativos não tem o estômago para devotar uma vida inteira para fazer dia após dia, digamos bicicletas. O iniciativo vive mudando, testando, procurando coisas novas, e acaba tendo uma vida muito mais rica, mesmo que seja menos rentável.
Por isso, a esquerda intelectual e a direita neoliberal  conviverão as turras, quando deveriam unir-se.
Se você tem iniciativa mas não tem acabativa, faça correndo um curso de administração ou tenha como  sócio um acabativo. Há um ditado chinês, "Quem sabe e não faz, no fundo, não sabe" - muito apropriado para os dias de hoje.
Se você tem acabativa mas não tem iniciativa, faça um curso de criatividade, estude um pouco de teoria. Empresário que se vangloria de nunca ter estudado não serve de modelo. No fundo, a esquerda precisa da acabativa da direita, e a direita precisa das iniciativas da esquerda. Finalmente, se você não tem iniciativa nem tampouco acabativa, só podemos lhe dizer uma coisa: meus pêsames.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

03/02/2012

Nota 10 para o Tom



Professora da UFMG lança livro que pinça a física do dia a dia. Dia a dia mesmo! De letras de música a atividades na cozinha – tudo vira motivo para se ensinar a matéria.
Por: Thiago Camelo
Publicado em 22/12/2011 | Atualizado em 22/12/2011


Quando Roberto Carlos canta "fui abrindo a porta devagar, mas deixei a luz entrar primeiro" (em O portão), é possível que o Rei pensasse em tudo, menos em física. Porém, é exatamente ela que salta à frente de Regina Pinto de Carvalho; e não é apenas quando ouve canções. A física aparece em todo lugar para o qual a professora aposentada pela Universidade Federal de Minas Gerais olha.
Não à toa, o livro da cientista chama-se Física do dia a dia. Na canção de Roberto Carlos, ela explica:
Segundo a teoria da relatividade restrita, proposta por Einstein em 1905, quanto maior a velocidade de um objeto, mais difícil se torna aumentar essa velocidade. A velocidade da luz no vácuo (que tem valor muito próximo à velocidade da luz no ar) seria o limite além do qual não se pode aumentar a velocidade do objeto. [...] Nesse caso, quando a porta fosse aberta, a luz entraria primeiro, quer nosso Rei quisesse ou não deixá-la passar à sua frente.
O livro é o segundo volume de um projeto bem-sucedido de quase dez anos. O primeiro vendeu 6 mil cópias e foi reeditado recentemente.
“A cozinha é o melhor laboratório para se entender a ciência”
O sucesso impulsionou a física mineira à nova empreitada. Com 104 perguntas ventiladas por ela própria e por leitores curiosos, o segundo volume aborda questões do cotidiano que vão para além da música. Um capítulo, por exemplo, é dedicado à cozinha: “o melhor laboratório para se entender todo o tipo de ciência”, diz Carvalho, em conversa por telefone com a CH On-line.
“Mas a verdade é que caminho na rua e vejo física em tudo, tenho até dificuldade em escolher sobre o que vou falar. Tenho questões demais”.
“Por exemplo”, continua a professora, retornando ao laboratório-cozinha: “É melhor descongelar um alimento colocando-o num recipiente de metal ou de vidro?”
“Não sei”, responde o repórter.
“No de metal, pois é um bom condutor de calor”, ensina a física. “São questões com que nos deparamos todos os dias, a física está nas pequenas ações.”
De fato, a ‘pegadinha’ do compartimento de metal está no livro, assim como perguntas das mais insuspeitas:
"Por que bailarinos e patinadores executam piruetas com os braços fechados?"
"Como é produzido o barulho do giz no quadro-negro?"
“No primeiro livro, contei bastante com a ajuda dos meus alunos de licenciatura, então nem me considero autora de fato dessa obra; neste segundo, compilei e respondi todas as perguntas”, conta Carvalho.
Apesar de achar que o livro “contempla perguntas que criança faz e avô gosta de responder” – ou seja, é voltado para um público-alvo variado –, a carreira de Carvalho é bastante direcionada à formação de novos educadores. E o livro não foge desse viés: ela cita casos de professores que aplicam questões em prova cuja pergunta (e resposta) foi tirada claramente de seu livro, embora não tenha ganhado o crédito.
Além de fazer livros com verve educacional, a física roda o país mostrando como é simples fazer experimentos em sala de aula. Às vezes, usa brinquedos criados pelos próprios alunos, como os aviões de papel.
“Esse tipo de atividade mostra a utilidade da matéria e tem a ver com o livro, com a física no dia a dia”, aponta a professora, que ama música e escolhe canções das mais variadas para ilustrar seus exemplos. Pode ser CPM22, Nelson Cavaquinho ou Tom Jobim.
Este último, aliás, passou na prova quando cantou, no Samba do avião, que a pista estava “chegando e vamos nós aterrar”. Afinal, para quem está dentro do avião, diz a matéria, quem se mexe é a pista. Nota 10 para o Tom, que sabia muito, até a física do dia a dia.

Thiago Camelo
Ciência Hoje On-line