05/01/2017

Stephen Hawking: Inteligência artificial e robôs vão dizimar empregos da classe média

A inteligência artificial e a automação crescente vão dizimar os empregos da classe média, agravando a desigualdade e arriscando uma reviravolta política significativa. Este não é o roteiro de um filme futurista, mas uma previsão de uma das pessoas mais inteligentes do planeta, o físico Stephen Hawking.
Em uma coluna no jornal The Guardian, o físico mundialmente famoso escreveu que “a automação das fábricas já dizimou empregos na manufatura tradicional, e a ascensão da inteligência artificial provavelmente estenderá esta destruição do trabalho profundamente nas classes médias, com somente os cargos de mais cuidado, criatividade ou de supervisão permanecendo”.
Ele acrescenta sua voz a um crescente coro de especialistas preocupados com os efeitos que a tecnologia terá sobre a força de trabalho nos próximos anos e décadas. O medo é que, enquanto a inteligência artificial vai trazer aumentos radicais na eficiência na indústria, para as pessoas comuns isso se traduzirá em desemprego e incerteza, conforme seus empregos humanos sejam substituídos por máquinas.
A tecnologia já destruiu muitos empregos tradicionais de fabricação e da classe trabalhadora – mas agora pode estar pronta para causar estragos semelhantes às classes médias.

Rápida substituição
Um relatório publicado em fevereiro de 2016 pelo Citibank em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, previu que 47% dos empregos nos EUA estão correndo risco de automação. No Reino Unido, 35%. Na China, incríveis 77%. Três das dez maiores empresas ou órgãos públicos empregadores do mundo já estão substituindo seus trabalhadores por robôs – a Foxconn, que faz a manufatura de produtos da Apple, do Google e da Amazon, a rede de supermercados Wallmart e o Departamento de Defesa do EUA – órgão com o maior número de empregos do mundo, já anunciaram avanços nesta área.
A automação “por sua vez irá acelerar a já crescente desigualdade econômica em todo o mundo”, escreveu Hawking. “A Internet e as plataformas que possibilitam que pequenos grupos de indivíduos tenham enormes lucros ao empregar pouquíssimas pessoas, isso é inevitável, é um progresso, mas também é socialmente destrutivo”.

Ele enquadra esta ansiedade econômica como uma razão para o aumento da política populista e de direita no Ocidente: “Estamos vivendo em um mundo de ampliação, e não de diminuição, da desigualdade financeira, no qual muitas pessoas podem ver não apenas seu padrão de vida, mas a sua capacidade de ganhar a vida, desaparecendo.
Combinado com outras questões – sobrepopulação, mudança climática, doenças – estamos, Hawking adverte ameaçadoramente, no “momento mais perigoso no desenvolvimento da humanidade”. A humanidade deve se unir para superar esses desafios, diz ele.
Stephen Hawking já expressou preocupações sobre a inteligência artificial por uma razão diferente – ela poderia ultrapassar e substituir os seres humanos. “O desenvolvimento da inteligência artificial poderia significar o fim da raça humana”, disse ele no final de 2014. “Os seres humanos, que são limitados pela lenta evolução biológica, não poderiam competir, e seriam substituídos”. Será?

 [Business Insider]

11/11/2016

A luz do sol importa, e muito. A ideia não é exatamente nova, mas de acordo com um estudo recente da Universidade Brigham Young (BYU), nos EUA, a quantidade de tempo entre o nascer e o pôr do sol é a variável climática que mais importa quando se trata da nossa saúde mental e emocional.
Seu dia pode ser preenchido com temperaturas irritantemente quentes, poluição do ar e talvez até mesmo nuvens de chuva, mas isso não necessariamente nos põe para baixo. Se somos capazes de absorver bastante sol, nosso nível de sofrimento emocional deve permanecer estável. Tire o tempo de sol, no entanto, e nossa angústia pode aumentar. Isto aplica-se à população clínica em geral, não apenas a pessoas diagnosticadas com Transtorno Afetivo Sazonal.

08/11/2016

Dica Manera

Quer curtir um som das galáxias? pega aqui.

Momento de inspiração...

A física que estudamos
Tem uns quatrocentos anos
Começa com Galileu
Indo até você e eu

Porque a física não para
E não tem nada de exata
Ela é dinâmica, cara!
Desde longa data

Copérnico, Galileu, Newton
Pascal, Arquimedes e Einstein
Quanto trabalho a nos mostrar

Tudo que o universo contém.

20/09/2016

Sem Luta não há Vitória


Não sei se foi a televisão, o controle remoto, os jogos eletrônicos, as tantas comodidades que temos hoje que nos trouxe um surto de preguiça mental sem precedentes na história da humanidade.
Não interessa a causa, o que interessa é que preguiça é quase uma doença e pode ser combatida com um único remédio: força de vontade.
Parece fácil, mas como já disse Mc Cochi, “fácil é ilusão”. Há que se travar uma guerra contra esse mal que nos afasta de nossos sonhos, planos e desejos.
Antes de falarmos mais sobre a preguiça, vamos ser justos: a Escola não ajuda muito. Não tenho dados oficiais sobre isso e nem a pretensão de escrever um artigo científico então posso dizer baseado em minha experiência docente que a Educação Infantil e os primeiros anos do Ensino Fundamental plantam a semente dessa preguiça observada no Ensino Médio quando jogam o nível do Ensino láááá para baixo. Essa prática, de tirar do currículo os tópicos mais complicados e de aplicar instrumentos de avaliação com nível de dificuldade muito aquém das possibilidades de determinada série tem inteira aprovação das autoridades educacionais preocupadas apenas com estatísticas de aprovação e não-evasão.
Se você está em um navio que está afundando, não adianta sentar, reclamar e esperar ser engolido pela água. É a sua vida que está em jogo e você fará tudo que estiver ao seu alcance para se salvar.
O panorama político e econômico do País vai mal? Parece que não vale a pena lutar por nada? Você acha que vai morrer cedo e por isso não precisa investir no seu futuro? Nada disso pode ser desculpa para a sua falta de empenho naquilo que você faz, que é estudar.
Vamos ver se conseguimos entender a conjuntura em torno da formação escolar. O governo pretende que os alunos da escola pública estejam guardados e bem alimentados e que saibam escrever, ler e usar as “quatro operações”. Com isso ele garante uma multidão de pacíficos cidadãos (?!) para executar o trabalho pesado. A direção da escola é tão assoberbada de prestações de serviço que não dá conta da gestão pedagógica da escola. O pessoal extraclasse, os/as pedagogos(as) estão preocupados(as) com a burocracia do processo – notas, recuperação de notas, dependência, etc. Os professores correm de um colégio para outro o dia todo sem tempo para preparar aulas instigantes e interessantes. Isso quando não estão de “boca aberta esperando a ‘aposentadoria’ chegar”.
O aluno por sua vez é o produto de tudo isso, e um pouco mais: como as escolas evitam fazer reuniões pedagógicas para que os professores não se reúnam, cada um toca o barco a seu bel prazer, deixando a galerinha sem saber o que deve fazer. O professor de História enche o quadro de matéria para copiar, o de Filosofia fala sem parar e o de Física acha que todo mundo aprendeu Matemática e a interpretar um texto...
Moçada, ninguém vai fazer sua vida acontecer. O tiro de largada já foi dado, se você não começar a correr, jamais alcançará a linha de chegada. Não importa tanto ser o primeiro ou o segundo; importa chegar!
Mas você só corre se tiver uma motivação. Lembrei da história daquele ciclista que participava de uma corrida importante cujo prêmio era uma quantia suficiente para que ele pudesse pagar o tratamento da mãe que estava doente. Os últimos quilômetros da corrida eram feitos subindo-se uma ladeira. Os ciclistas estavam quase esgotados, mas aquele nosso amigo começou a pedalar cada vez mais forte e deixou todo mundo para trás, ganhando a corrida.
Perguntado por um repórter onde ele arranjou forças, ele respondeu: eu olhava para os morros por trás da coolina que subimos e via um M. isso me fazia lembrar que eu estava ali pela minha Mãe...
É isso galera: MOTIVAÇÃO.

Não tem? Arranje uma. Pense no que você estará fazendo daqui a dez anos. Em seguida pense no que é preciso para consegui-lo. Com certeza não será deixar o tempo passar ou entrar na do Zeca Pagodinho numa de “deixa a vida me levar”, porque a vida pode acabar levando você para algum lugar onde só haverá dor e arrependimento por não ter aproveitado as oportunidades que o Bom Deus lhe dá como, por exemplo, poder estudar.