Galerinha do 2º Ano, o gabarito da lista de Termometria está ali ao lado, a sua direita.
04/03/2016
07/01/2016
Física
A Física
Imagine um quarto na qual estão espalhadas as 5000 peças de
um quebra-cabeças. Algumas peças foram agrupadas e mostram a imagem de um
rosto, por exemplo. Outro grupo de peças deixa prever
a imagem de uma árvore.
Mas falta muito para que o quebra-cabeça forme uma figura única.
Isso é a Física!
Existem três físicas distintas: a física estudada no
colégio, a física voltada para a pesquisa e a física a serviço da tecnologia.
A física do colégio não deve pretender tornar ninguém expert
nessa matéria. Ela deve sim mostrar como o Universo funciona – pelo menos sobre
o que já descobrimos. Deve ensinar como as coisas funcionam e responder às
perguntas que incomodam os alunos a respeito da matéria e da energia.
Pretender que todos os alunos aprendam física a ponto de
resolverem problemas sem associação nenhuma com o cotidiano deles, tipo “um
projétil atravessa um bloco de madeira em um caminhão em movime
O problema da física começa no quinto ano do ensino fundamental,
quando as crianças deveriam estar completando sua alfabetização científica. Acontece
que a maioria esmagadora de professoras que trabalha com essa série, não teve formação
suficiente e consistente para encantarem seus alunos para a física das coisas e
as coisas da física. Não raro, elas repetem o que está no livro didático
deixando os alunos mais curiosos sem respostas para seus questionamentos.
Depois vem o nono ano. O professor ou professora com
habilitação para trabalhar com essas turmas é formado(a) em Ciências Biológicas
e teve apenas um semestre de Física e dois de Química. São eles os responsáveis
por mostrar de fato as duas Ciências para os agora adolescentes.
Geralmente o que acontece é que eles gastam muito tempo
resolvendo os problemas matemáticos propostos nos livros didáticos e raramente
a física ou a química experimental – que causaria algum impacto na aprendizagem
deles – fica de fora.
E aí chega o ensino médio. Pelo menos cinquenta por cento
dos professores que lecionam física são formados em Matemática. Estão ali por
falta de profissionais na área. Sabe por que? Quando um aluno começa a
sobressair-se na Licenciatura, são os próprios professores que recomendam que
ele migre para o bacharelado. Um curso de licenciatura que começa com quarenta
alunos, formará no máximo dez. Dessa dezena, metade vai direto para o mestrado
e quando terminam deixam o ensino médio e vão para o ensino superior.
Eu não sou um pesquisar da Física Teórica. Sou professor de
Física e pretendo mostrar a meus alunos como essa matéria é bonita e
interessante. Gosto muito quando os vejo usarem aquilo sobre o qual conversamos
em seus cursos de engenharia ou outra carreira afim.
O maior orgulho de um professor é ser superado por seus
alunos.
03/12/2015
02/12/2015
É POSSÍVEL VIAJAR NO TEMPO ???
1) Paradoxo do Avô: Certamente o mais famoso paradoxo temporal.
Suponha um viajante do tempo voltando ao passado para matar seu próprio avô
quando este ainda é uma criança, desta forma o pai do viajante não nasceria,
tão pouco o viajante. Mas, o que aconteceria ao viajante? Deixaria de existir?
E as leis de conservação de massa/energia, seriam violadas?
2) Paradoxo da Acumulação: Imaginemos que alguém volte a um determinado
ponto do passado onde, originalmente, ele esteve. Encontraria sua própria cópia
(ou melhor, seu original – ou será cópia?). Se voltasse a esse ponto da
história outras vezes, veria várias cópias de si.
3) Paradoxo do Deslocamento em Trânsito: Viajantes do tempo levam consigo seu próprio
tempo – o presente do modo exato que estava no momento de sua viagem – e não
podem ser afetados por alterações ocorridas depois de sua partida. Sofrerão os
efeitos dessas alterações quando voltarem ao seu tempo presente, agora
modificado.
4) Paradoxo da Descontinuidade: Quando um viajante do tempo encontra no passado
um conhecido que partiu de um ponto do futuro diferente do dele. Essa pessoa
pode não reconhecer o viajante, pois no presente eles ainda não se encontraram.
5) Paradoxo Final: Criado por um viajante do tempo que muda a
História de modo que viagem no tempo nunca seja inventada.
6) Lei dos Paradoxos Menores: Se dois paradoxos mutuamente exclusivos podem
ocorrer simultaneamente, acontecerá primeiro o menos paradoxal.
7) Paradoxo da História Retroativa: Quando pessoas do futuro, que não haviam
nascido na época de acontecimentos já ocorridos e historicamente registrados,
acabarem tornando-se protagonistas desses mesmos eventos.
8) Paradoxo dos Loops de Informação: Acontece quando uma informação é enviada do
futuro para o passado de modo a se tornar a fonte inicial da mesma informação
tal como existia no futuro.
9) Paradoxo dos Loops Sexuais: Acontece quando um viajante do tempo volta ao
passado para fazer sexo com um ancestral e se tornar um ancestral de si mesmo.
10) Paradoxo da Fraude: Quando alguma ação no passado, causada por um
viajante do tempo vindo do futuro, afeta a linha do tempo, e depois a versão
passada do mesmo viajante decide não realizar a citada ação quando alcança
aquele mesmo momento do futuro.
11) Paradoxo das Linhas de Tempo Alternativas: Segundo esse paradoxo, o passado não pode ser
modificado, e qualquer tentativa de mudá-lo causará a criação de uma linha de
tempo alternativa, de existência paralela à linha de tempo original a partir do
ponto de mudança. A mera chegada do viajante no passado já causaria sua
mudança.
12) Paradoxo da Causa e Efeito: Se alguém viaja para o passado no objetivo de
alterar um evento para mudar o presente, assim que o fizesse o motivo pelo qual
se viajou deixaria de existir, e consequentemente a viagem também. Neste
paradoxo está baseado o filme “A Máquina do Tempo”.
16/11/2015
Trabalho para o 3º Ano
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