28/04/2017

4 dicas simples para você aprender o que quiser

By Dra. Joana Marino

A BBC perguntou ao físico americano ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1965, Richard Feynman, e ele afirmou que existem dois tipos de sabedoria: aquela em que se aprende apenas o nome das coisas e aquela em que, de fato, se aprende alguma coisa. Para atingir o segundo tipo, desenvolveu-se quatro passos simples:

ESCOLHA UM CONCEITO
Anote o conceito que você deseja aprender. Quer saber mais sobre niilismo? Anote no papel. Quer saber mais sobre as Leis de Newton? Anote no papel. Quer saber mais sobre Taylor Swift? Tudo bem, anote no papel.

EXPLIQUE-O A UMA CRIANÇA
Escreva tudo o que você sabe sobre este conceito. Mas atenção: escreva como se estivesse explicando para uma criança. A ideia é que seja o mais simples possível. Por mais desnecessário que você julgue isso, é uma etapa importante. Evite jargões e frases prontas e explique cada detalhe.

PESQUISE SOBRE O TEMA
Ao fazer as anotações, certamente dúvidas devem ter surgido. É agora que você preenche as lacunas. Pesquise tudo o que ainda falta entender. É aí que você realmente vai aprender mais sobre ele. Depois de entender o que faltava sobre o assunto, volta às anotações simples e complete ela.

REVISE E SIMPLIFIQUE

Depois de tudo isso, releia, revise e simplifique ainda mais. Leia em voz alta para ter certeza sobre a clareza do tema. Se alguma coisa parecer confusa ou estranha, volte ao tópico três até se sentir satisfeito.

10/04/2017

Não deixe de ir ao youtube e digitar dilatação linear. Tem um monte de gente falando sobre isso

À direita em PÁGINAS você tem o gabarito dos exercícios da folha de dilatação.

06/02/2017

Alunos do Cardoso Fontes

Eu gostaria de dar as boas vindas aos alunos de 2017 do C E Cardoso Fontes.
Espero que tenhamos um ano de muito aprendizado e que possamos fazer isso
com bastante cordialidade.
O TRABALHO PARA DIA 20 ESTÁ ALI AO LADO >>>>>>>>>>>>>>
Não esqueça de deixar sua mensagem.

05/01/2017

Stephen Hawking: Inteligência artificial e robôs vão dizimar empregos da classe média

A inteligência artificial e a automação crescente vão dizimar os empregos da classe média, agravando a desigualdade e arriscando uma reviravolta política significativa. Este não é o roteiro de um filme futurista, mas uma previsão de uma das pessoas mais inteligentes do planeta, o físico Stephen Hawking.
Em uma coluna no jornal The Guardian, o físico mundialmente famoso escreveu que “a automação das fábricas já dizimou empregos na manufatura tradicional, e a ascensão da inteligência artificial provavelmente estenderá esta destruição do trabalho profundamente nas classes médias, com somente os cargos de mais cuidado, criatividade ou de supervisão permanecendo”.
Ele acrescenta sua voz a um crescente coro de especialistas preocupados com os efeitos que a tecnologia terá sobre a força de trabalho nos próximos anos e décadas. O medo é que, enquanto a inteligência artificial vai trazer aumentos radicais na eficiência na indústria, para as pessoas comuns isso se traduzirá em desemprego e incerteza, conforme seus empregos humanos sejam substituídos por máquinas.
A tecnologia já destruiu muitos empregos tradicionais de fabricação e da classe trabalhadora – mas agora pode estar pronta para causar estragos semelhantes às classes médias.

Rápida substituição
Um relatório publicado em fevereiro de 2016 pelo Citibank em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, previu que 47% dos empregos nos EUA estão correndo risco de automação. No Reino Unido, 35%. Na China, incríveis 77%. Três das dez maiores empresas ou órgãos públicos empregadores do mundo já estão substituindo seus trabalhadores por robôs – a Foxconn, que faz a manufatura de produtos da Apple, do Google e da Amazon, a rede de supermercados Wallmart e o Departamento de Defesa do EUA – órgão com o maior número de empregos do mundo, já anunciaram avanços nesta área.
A automação “por sua vez irá acelerar a já crescente desigualdade econômica em todo o mundo”, escreveu Hawking. “A Internet e as plataformas que possibilitam que pequenos grupos de indivíduos tenham enormes lucros ao empregar pouquíssimas pessoas, isso é inevitável, é um progresso, mas também é socialmente destrutivo”.

Ele enquadra esta ansiedade econômica como uma razão para o aumento da política populista e de direita no Ocidente: “Estamos vivendo em um mundo de ampliação, e não de diminuição, da desigualdade financeira, no qual muitas pessoas podem ver não apenas seu padrão de vida, mas a sua capacidade de ganhar a vida, desaparecendo.
Combinado com outras questões – sobrepopulação, mudança climática, doenças – estamos, Hawking adverte ameaçadoramente, no “momento mais perigoso no desenvolvimento da humanidade”. A humanidade deve se unir para superar esses desafios, diz ele.
Stephen Hawking já expressou preocupações sobre a inteligência artificial por uma razão diferente – ela poderia ultrapassar e substituir os seres humanos. “O desenvolvimento da inteligência artificial poderia significar o fim da raça humana”, disse ele no final de 2014. “Os seres humanos, que são limitados pela lenta evolução biológica, não poderiam competir, e seriam substituídos”. Será?

 [Business Insider]