16/10/2010
Física e Cinema
Vamos aprender a ver a Física nos filmes? Tecle no título e dê uma olhada nos vídeos. Aceito sugestões.
15/10/2010
Física no Ensino Médio, Por quê?
Aos 28 anos de profissão, todos dedicados ao Ensino da Física, me pergunto sempre que vejo um aluno muito enrolado com essa matéria: por que esse camarada tem que estudar Física? E a pergunta fica mais incisiva quando descubro que esse mesmo aluno é um artista da música, da literatura ou outra área qualquer.
Por isso, ao longo dos anos, fui abandonando aquela Física toda formal, altamente matematicalizada na qual os alunos não têm referencia nenhuma com o cotidiano,com a natureza, com a sua vida, enfim.
Passou da hora de revermos o currículo de Física no Ensino Médio. Temos ensinado essa disciplina como se fazia já há quase 100 anos. Nada mudou! Isto é, na sala de aula... Ali estão presentes Arquimedes, Galileu, Newton, Joule e outros grandes gênios da Ciência. Entretanto, Einstein, Planck, Hawking e outros são proibidos de entrar - acho que eles fariam muita bagunça na cabeça dos professores...
Entendo uma Física conceitual, onde os alunos que curtem música possam entender como se produz o som de seus instrumentos; os alunos desenhistas entendam melhor a teoria das cores e como a luz interfere nelas; aqueles que vivem prá jogar bola possam associar os conceitos de movimento, velocidade, aceleração, massa, gravidade e força ao talento que possuem. E não que continuemos a ter um monte de adolescentes perdidos diante de uma matéria impossível de entender.
11/10/2010
Política, Educação e Mentira
Ganha um doce se me responderem essa: qual é a única classe de trabalhadores que quando faz greve tem que repor?
Pois é. Greve é quando os trabalhadores de comum acordo cessam suas atividades profissionais como forma de protestar, reivindicar ou manifestar-se por outro motivo qualquer. Parou tá parado, pô!
No caso dos servidores da Educação em Petrópolis, a greve acabou e o ganho foi irrisório – prá inglês ver, como diria meu avô.
Depois veio o calendário de reposições. Não concordo, mas achei que era um pouco de covardia para co os alunos da rede. Afinal, eles vão disputar vagas em concursos, enem e vestibular como todo mundo e a greve representava uma desvantagem para eles. Pensando assim, compareci aos primeiros dias de reposição.
Outro doce pra quem adivinhar se a maioria dos alunos estava lá ou não... Cara, os maiores interessados não estavam nem aí. As turmas mais cheias tinham menos da metade de alunos. Isso no turno da manhã e da tarde. À noite, tiveram que juntar turmas, reelaborar horário em cima da hora, pois turmas inteiras faltavam.
Aí comecei a perceber que o objetivo real da reposição não era compensar a perda dos alunos, mas de punir o professor grevista, fazendo com que ele pagasse o dia não trabalhado. Isso mesmo, porque os aqueles que não haviam aderido à greve foram dispensados da reposição (mesmo que durante à greve não tenham feito nada).
Triste, lamentável, uma grande – mais uma – mentira pedagógica que os políticos nos impõem.
12/09/2010
Estudando para a Prova
Cada dia que passa fico mais impressionado com a quantidade de alunos que acredita no estudo instantâneo, como se fosse possível aprender “em cima da hora”.
Essa galera – eu chutaria uns 75% com muita boa vontade – que só vê a matéria em sala de aula e depois de novo em sala de aula, quer dizer, que nem pega no caderno ou livro em casa, ou tem os professores em muita alta conta e acha que somos capazes de “injetar” conhecimento em suas mentes, ou está brincando de estudar. Em qualquer um dos casos, o fracasso é inevitável.
A não ser que você seja um gênio, é preciso trabalhar em cima do que se aprendeu. Na música é assim, nos esportes é assim e por que não o seria na Física, Matemática e outras matérias?
Quinze minutinhos por dia!!! Será que você não tem isso? Procurar inserir aquele conhecimento de sala de aula em sua vida cotidiana – ver a Física por aí, na rua,chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê... Quando isso começar a acontecer, o tempo que você passa em sala de aula terá valido a pena e você terá, de fato, aprendido alguma coisa.
A Física é uma matéria linda! É claro que algumas vezes tem gente por aí com o nariz tão enfiado na Matemática que acaba estragando a beleza da Física. Liga não! Procure ler sobre os caras que, ao desenvolverem a Física, tornaram possível toda essa maravilhosa tecnologia que utilizamos hoje: computador, televisão, celular, etc. Galileu, Isaac Newton, Einstein, foram pessoas interessantíssimas; vale conferir suas vidas e a contribuição de cada um para nosso mundo.
Assim, quem sabe daqui a uns 50 ou 100 anos, alguém estará lendo sobre a sua vida????
Essa galera – eu chutaria uns 75% com muita boa vontade – que só vê a matéria em sala de aula e depois de novo em sala de aula, quer dizer, que nem pega no caderno ou livro em casa, ou tem os professores em muita alta conta e acha que somos capazes de “injetar” conhecimento em suas mentes, ou está brincando de estudar. Em qualquer um dos casos, o fracasso é inevitável.
A não ser que você seja um gênio, é preciso trabalhar em cima do que se aprendeu. Na música é assim, nos esportes é assim e por que não o seria na Física, Matemática e outras matérias?
Quinze minutinhos por dia!!! Será que você não tem isso? Procurar inserir aquele conhecimento de sala de aula em sua vida cotidiana – ver a Física por aí, na rua,chuva, na fazenda ou numa casinha de sapê... Quando isso começar a acontecer, o tempo que você passa em sala de aula terá valido a pena e você terá, de fato, aprendido alguma coisa.
A Física é uma matéria linda! É claro que algumas vezes tem gente por aí com o nariz tão enfiado na Matemática que acaba estragando a beleza da Física. Liga não! Procure ler sobre os caras que, ao desenvolverem a Física, tornaram possível toda essa maravilhosa tecnologia que utilizamos hoje: computador, televisão, celular, etc. Galileu, Isaac Newton, Einstein, foram pessoas interessantíssimas; vale conferir suas vidas e a contribuição de cada um para nosso mundo.
Assim, quem sabe daqui a uns 50 ou 100 anos, alguém estará lendo sobre a sua vida????
10/09/2010
Sobre a Luz
Conceitos
Corpo luminoso ou fonte primária de Luz: são os corpos que emitem luz própria. Exemplo: o Sol, as estrelas, a chama de uma vela, etc.
Corpo iluminado ou fonte secundária de Luz: são os corpos que refletem a luz que recebem a luz de outros corpos. Exemplo: a lua.
Corpos opacos: são os corpos que impedem a passagem da luz.
Corpos transparentes: são os corpos que se deixam atraves-sar totalmente pela luz.
Corpos translúcidos: são os corpos que se deixam atravessar parcialmente pela luz.
Princípios da Óptica Geométrica
1º) Princípio da propagação retilínea da luz: Num meio homogêneo e transparente, a luz se propaga em linha reta.
2º) Princípio da reversibilidade dos raios de luz: O caminho seguido pela luz independe do sentido de propagação ( o caminho de ida é igual ao caminho de volta)
3º) Princípio da independência dos raios de luz: Um raio de luz, ao cruzar com outro, não interfere na sua propagação.
Fenômenos Luminosos
Reflexão da Luz
Refração da Luz
Absorção da Luz
Depois a gente fala de cada um desses fenômenos
Corpo luminoso ou fonte primária de Luz: são os corpos que emitem luz própria. Exemplo: o Sol, as estrelas, a chama de uma vela, etc.
Corpo iluminado ou fonte secundária de Luz: são os corpos que refletem a luz que recebem a luz de outros corpos. Exemplo: a lua.
Corpos opacos: são os corpos que impedem a passagem da luz.
Corpos transparentes: são os corpos que se deixam atraves-sar totalmente pela luz.
Corpos translúcidos: são os corpos que se deixam atravessar parcialmente pela luz.
Princípios da Óptica Geométrica
1º) Princípio da propagação retilínea da luz: Num meio homogêneo e transparente, a luz se propaga em linha reta.
2º) Princípio da reversibilidade dos raios de luz: O caminho seguido pela luz independe do sentido de propagação ( o caminho de ida é igual ao caminho de volta)
3º) Princípio da independência dos raios de luz: Um raio de luz, ao cruzar com outro, não interfere na sua propagação.
Fenômenos Luminosos
Reflexão da Luz
Refração da Luz
Absorção da Luz
Depois a gente fala de cada um desses fenômenos
03/09/2010
Sobre a Natureza da Luz
A luz é uma onda eletromagnética ( OEM ), cujo comprimento de onda está na faixa do visível, entre 4000 Å ( Violeta ) e 7000 Å ( Vermelho ).
A luz tem uma natureza dual. Ela se comporta com partícula, e também como onda. Para análise do efeito fotoelétrico, ela é considerada com natureza de partícula. Neste fenômeno, elétrons são ejetados de um metal, após incidir sobre o mesmo luz ultravioleta. Já no caso da difração, a luz é considerado um fenômeno ondulatório.
Issac Newton, foi um dos primeiros a descrever a luz como constituída de partículas. Os fenômenos óticos de reflexão e difração foram explicados por ele considerando a luz como partícula. Suas hipóteses de trabalho falham quando considera a velocidade da luz maior, ao atravessar a água ou o vidro, do que aquela com que atravessaria o ar. Newton rejeitava a propagação ondulatória da luz em vista do fato da propagação aparentemente retilínea da luz. No seu tempo, ainda não se sabia da difração da luz em torno de pequenos obstáculos.
A teoria ondulatória da luz é defendida por Christian Huygens e Robert Hooke. Hyugens usando a sua teoria de propagação ondulatória explica a reflexão e, ao explicar a refração admite que a luz se propaga mais lentamente na água e no vidro, do que no ar.
A aceitação da luz como fenômeno ondulatório é estabelecida por Fresnel através de experiências de difração e interferência, formulando a base matemática da teoria ondulatória. Ele mostrou que a aparente propagação retilínea da luz se deve ao comprimento de onda, muito pequeno na faixa do visível.
A luz tem uma natureza dual. Ela se comporta com partícula, e também como onda. Para análise do efeito fotoelétrico, ela é considerada com natureza de partícula. Neste fenômeno, elétrons são ejetados de um metal, após incidir sobre o mesmo luz ultravioleta. Já no caso da difração, a luz é considerado um fenômeno ondulatório.
Issac Newton, foi um dos primeiros a descrever a luz como constituída de partículas. Os fenômenos óticos de reflexão e difração foram explicados por ele considerando a luz como partícula. Suas hipóteses de trabalho falham quando considera a velocidade da luz maior, ao atravessar a água ou o vidro, do que aquela com que atravessaria o ar. Newton rejeitava a propagação ondulatória da luz em vista do fato da propagação aparentemente retilínea da luz. No seu tempo, ainda não se sabia da difração da luz em torno de pequenos obstáculos.
A teoria ondulatória da luz é defendida por Christian Huygens e Robert Hooke. Hyugens usando a sua teoria de propagação ondulatória explica a reflexão e, ao explicar a refração admite que a luz se propaga mais lentamente na água e no vidro, do que no ar.
A aceitação da luz como fenômeno ondulatório é estabelecida por Fresnel através de experiências de difração e interferência, formulando a base matemática da teoria ondulatória. Ele mostrou que a aparente propagação retilínea da luz se deve ao comprimento de onda, muito pequeno na faixa do visível.
Assinar:
Postagens (Atom)